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Descendentes de Fábio e Estelita

Descendentes de: Fábio Alves Leitão 1a Geração 1. Fábio Alves Leitão nasceu em Nov. 25, 1887 em Rio Pardo, Rio Grande do Sul e morreu em Nov. 10, 1924 em Barro Vermelho, Cachoeira do Sul RS. Ele casou com Maria Estelita Bello [Leitão] em Jan. 17, 1918. Maria Estelita , filha de Francisco de Oliveira Bello e Anna Júlia Cunha [Bello] , nasceu em Jan. 5, 1898 em Candelária Rio Grande do Sul Brasil e morreu em Jul. 29, 1969 em Cachoeira do Sul. Filho de Fábio Alves Leitão e Maria Estelita Bello [Leitão] i. 2. Alcione de Oliveira Leitão nasceu em Out. 15, 1918 em Cachoeira do Sul e morreu em Mai 25, 1919 em Cachoeira do Sul. ii. 3. Nelly Leitão [Zinn] nasceu em Set. 16, 1919 em Cachoeira do Sul e morreu em Nov. 2, 2007 em Cachoeira do Sul. iii. ...

Antepassados Maria Estelita Leitão

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Descendentes de:  Francisco  de Oliveira Bello e Anna Júlia da Cunha Bello 1.  Francisco  de Oliveira Bello    m. 1907 m. Anna Júlia da Cunha 2.  Raphael Oliveira Bello    n. 1891  -  m. 1956 m.Mar 1 1924  Laura Da Cunha Silva    n. 1894  -  m. 1968 div. 1924 2.  Nelsindo Oliveira Bello    n. 1898 m. (Desconhecido) div. 2.  Maria Estelita Bello    n. Jan 5 1898  -  m. Jul 1969 m.Jan 17 1918  Fábio Alves Leitão    n. Nov 25 1887  -  m. Nov 10 1924 3.  Altino Leitão    n. 1919  -  m. 1919 3.  Nelly Leitão    n. Set 16 1919  -  m. Nov 2 2007 m. Oscar Zinn    m. Nov 4 1994 3.  Paulo de Oliveira Leitão...

Antepassados de Fábio Alves Leitão

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Necrologia Paulo de Oliveira Leitão

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Paulo de Oliveira Leitão Aos 93 anos, Paulo de Oliveira Leitão morreu em 1º de junho, no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, vítima de pneumonia. Ele foi sepultado no Cemitério São Miguel e Almas na segunda-feira. Paulo nasceu em Cachoeira do Sul, em 24 de fevereiro de 1921, filho de Fábio Alves Leitão e de Estelita Belo Leitão. Órfão de pai, iniciou muito cedo as atividades profissionais. Era estafeta contratado pela extinta Companhia Riograndense de Telecomunicações (CRT) com apenas 12 anos. Trabalhou também na prefeitura de Cachoeira do Sul. Em 1939, entrou no Banco do Brasil - onde foi gerente das agências em Lajeado, Novo Hamburgo e Metropolitana Farrapos, em Porto Alegre - e, em 1970, foi convidado pelo então ministro da Agricultura, Luiz Fernando Cirne Lima, para assumir a presidência do Banco Nacional de Crédito Cooperativo, em Brasília. Retornou a Porto Alegre em 1976, como chefe de gabinete do diretor da Região Sul do Banco do Brasil, onde se aposentou. Inteligente, autod...

Necrologia de Fábio Alves Leitão

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Quinta-feira última foi trazido para esta cidade e sepultado à tarde do mesmo dia, no Cemitério Municipal, o corpo do finado Fábio Alves Leitão, que foi, durante a existência dessa folha, diretor-gerente d'A Palavra, jornal que desde alguns meses suspendeu a sua publicação. O extinto contava 36 anos de idade e era casado com a exma. senhora D. Maria Estellita Oliveira Leitão, deixando desse matrimônio quatro filhos: Nelly, com cinco anos, Paulo, com quatro, Virgínia, com um ano e meio, e João, com cinco meses. Como dissemos na edição anterior, o extinto pereceu no combate travado no Barro Vermelho, fato que deu-se às 11 horas da manhã de 10 do corrente, quando o Sr. Fábio combatia, fardado de sargento, ao lado das praças e inferiores do 3.º Batalhão de Engenharia desta cidade, que fizeram um levante militar. Um fuzil-metralhadora produziu-lhe uma série de ferimentos muito juntos, no abdômen, causando-lhe a morte. Sepultado no campo, junto ao cemitério do Barro Vermelho, dali fo...

Rua Fábio Leitão

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Fontes - Museu Municipal de Cachoeira do Sul

Batalha do Barro Vermelho

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85 anos da guerra do Barro Vermelho Na batalha da Revolta de 1924, morre Balthazar de Bem, um dos maiores politicos da história de Cachoeira > EDUARDO MINSSEN PESQUISA ESPECIAL PARA O JP No domingo de 9 de novembro de 1924, no recém instalado 3º Batalhão de Engenharia, o impulsivo capitão Fernando Távora, com alguns sargentos e civis, rebela uma tropa de 200 homens. Eles atravessam o Passo do Seringa em alguns automóveis. Contudo, cerca de outros 60, por falta de transporte, tiveram que marchar a pé. Eram dias da Revolução de 1924, que sacudiu o Rio Grande do Sul e até hoje é lembrada em vários municípios que serviram de teatro de guerra. O comandante do Batalhão, coronel José Armando Ribeiro de Paula, em nome do Ministério da Guerra, requisita à população civil automóveis e caminhões e inicia a perseguição com o apoio da fortíssima Brigada Militar, sustentada pelo Governo Borges de Medeiros e...